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Pinto da Costa: Papa-títulos há 30 anos

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O dia 17 de Abril de 1982 marcou em definitivo a história desportiva do FC Porto, após a eleição de Jorge Nuno Pinto da Costa (33º líder portista em 111 anos de existência). Ao fim de 30 anos na presidência dos dragões, o líder portista engrossou o rol de conquistas do clube, colocando-o, sobretudo o seu futebol, num patamar de gestão desportiva ímpar e reconhecida a nível internacional. Pinto da Costa, com 18 títulos de campeão nacional em 30 anos, ultrapassou o recorde do espanhol Santiago Bernabéu, mítico presidente do Real Madrid, que venceu 16 campeonatos em 35 anos. O sucesso de um clube e de uma região tem um só rosto: Pinto da Costa. Em 1982 dá início à primeira conquista internacional em hóquei em patins (Taça das Taças). Cinco anos depois, os azuis-e-brancos chegam a um dos pontos mais altos da sua história, após vencer a Taça dos Campeões Europeus, diante do Bayern de Munique (triunfo por 2-1). Nos últimos dez anos de mandato verificaram-se novas conquistas europei...

15ª Taça de Portugal

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 Mais uma taça O FC Porto venceu a 70ª edição da Taça de Portugal, igualou o Sporting com 15 vitórias na prova rainha do futebol português, garantiu a décima vitória consecutiva e conseguiu encerrar a temporada 2009/10 como a tinha começado: com um troféu nas mãos e uma festa azul e branca no relvado. Conseguiu-o batendo o Chaves por 2-1, num jogo que foi mais ou menos o reflexo fiel da época portista: teve momentos muito bons, lances de antologia e domínio inquestionável da equipa de Jesualdo Ferreira, mas também fases francamente más, erros inexplicáveis e um nervoso miudinho que, mesmo sem nunca colocar em causa o triunfo, chegou a forçar os portistas presentes nas bancadas do Jamor a suster a respiração durante os últimos cinco minutos da partida, antes do grande suspiro final que chegou com o último apito de Pedro Proença. E se o jogo só acabou mesmo no fim, apesar de ter ficado decidido ainda durante a primeira parte, foi porque o Chaves nunca baixou os braços, é ce...

FC Porto 3 Benfica 1

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Dragão queima faixas O FC Porto não só impediu o Benfica de fazer a festa do título, como deixou perante os seus adeptos uma imagem de orgulho e dignidade, mas também um certo sabor amargo. Quem é capaz de jogar da forma organizada, fria e eficaz como o fez ontem a equipa da casa, no mínimo devia ter estado na luta até ao fim. Mas essas são contas de outro rosário. Do confronto de ontem, quente, assanhado mais fora do campo do que dentro, resulta uma certeza: o Benfica não teve argumentos para pontuar, porque nunca foi capaz de jogar um futebol objectivo e prático, mesmo tendo alinhado contra dez durante mais de 40 minutos. Do lado contrário havia a determinação de não passar o testemunho em casa. Mais vontade do que raiva e futebol de qualidade superior, principalmente na segunda parte, em que jogou o tempo quase todo em inferioridade numérica. O tetracampeão desta vez não chega ao penta, nem sequer vai à Liga dos Campeões da próxima época, mas despediu-se dos seus adeptos de ca...